Ator, roteirista, diretor e produtor de cinema, Bruno Torres conquistou mais de 30 prêmios individuais em sua carreira e trabalho em mais de 40 filmes em funções distintas.

Seus curtas metragens como diretor e produtor O ÚLTIMO RAIO DE SOL, ENCONTRO DAS ÁGUAS, O TEMPO DO PLANO e A NOITE POR TESTEMUNHA, conquistaram juntos mais de 100 prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais, tendo também concorrido em notórios festivais no exterior, como por exemplo Huesca International Film Fest, Festival del Nuevo Cine Americano de Havana, International Film Festival of Valencia Cinema Jove, Festival internacional de curtas metragens de São Paulo, entre outros.
No início de sua carreira como produtor, roteirista e diretor, conquistou o respeitado prêmio SIGNIS OCIC, por seu trabalho de direção realizado no curta O ÚLTIMO RAIO DE SOL, assim como prêmio de melhor argumento no Festival de Cinema do Maranhão.

Produziu o curta metragem MEU AMIGO NIETZSCHE, que além de ter faturado aproximadamente 50 prêmios no Brasil e no exterior, conquistou o prêmio de melhor curta metragem pelo júri popular, e o prêmio especial de melhor comédia “Fernand Raynaud”, no Festival International Du Court Métrage à Clermont Ferrand (o festival de curtas metragens mais conceituado do mundo).

Sócio da Academia Brasileira de Cinema há cinco anos, Bruno Torres em 2016 foi selecionado por esta entidade para representá-la na comissão de seleção do filme representante brasileiro ao Prêmio Goya. Bruno Torres possui registro na ANCINE como produtor audiovisual (Número: 17035 – 18/05/2010).

Possui reconhecida carreira como ator. Pelo sucesso de bilheteria SOMOS TÃO JOVENS, de Antônio Carlos da Fontoura, Bruno Torres foi finalista na categoria de melhor ator coadjuvante ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o mais importante prêmio do segmento no país.
Foi finalista também ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pelo curta O ÚLTIMO RAIO DE SOL, na categoria de melhor curta metragem brasileiro do ano.

Pelo longa metragem O HOMEM MAU DORME BEM, conquistou os prêmios de melhor ator coadjuvante no 42o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no XIV CINE-PE, dois festivais nacionais de grande prestígio.
Além dos já citados, foi ator em mais de 25 filmes entre curtas e longas metragens. Entre os principais destaques estão ENTRANDO NUMA ROUBADA, de André Moraes, ENTRE IDAS E VINDAS, de José Eduardo Belmonte, SAL DE PRATA, de Carlos Gerbase, NO CORAÇÃO DOS DEUSES, de Geraldo Moraes, SAGRADO CORAÇÃO (prêmio de melhor ator no 45o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro), de Cauê Brandão, HEREDITÁRIO (prêmio de melhor ator no IV Curta Canoa), de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda, e OXIGÊNIO, de Pedro Zimmerman.
Na televisão, interpretou o personagem Valdir na novela INSENSATO CORAÇÃO, de Gilberto Braga, e o personagem Caco, na série DUPLA IDENTIDADE, de Glória Perez, ambas produzidas pela Rede Globo.

Em 2015, Bruno Torres foi homenageado com a Medalha Renato Russo – Referência Nacional, pela ANCEC (Agência Nacional de Cultura e Empreendedorismo), por sua contribuição artística através da composição e interpretação do personagem Fê Lemos, no longa metragem SOMO TÃO JOVENS.

Em dezembro de 2016, participou do PLOT SCRIP LAB (Portugal), após uma rigorosa seleção, com dois projetos de longa metragem que, pelos quais, é produtor: A MESA, de Marcio Salem, e SOBRE O ÓCIO, de Roberto Burd. Em 2017 participou do 4o ICUMAN LAB como produtor do projeto de série de televisão CONFISSÕES, de Johil Carvalho e Rodrigo Borges.
Desde 2008, Bruno Torres tem atuado como ambientalista, realizando trabalhos de fotografia em projetos sociais e ambientais voluntários em diversos países do mundo, além de ter recebido importantes prêmios de fotografia de natureza, como por exemplo a menção honrosa no Concurso Itaú BBA – Árvore Florida, recebendo a honraria das mãos de ninguém menos que o fotógrafo Araquém Alcântara.

Além de sua estreita relação com arte e cultura, Bruno Torres sempre esteve envolvido com trabalhos sociais e ambientais.
Seu segundo longa metragem como produtor e diretor TERRA DE CEGOS, será um épico de ficção que aborda o desmatamento na Amazônia, concentrando suas ações na atuação dos madeireiros ilegais.

Para este filme, Bruno conta o reconhecimento exclusivo do IBAMA como o único projeto de ficção do cinema brasileiro a contar com o apoio completo deste instituto, além de ter como apoiador o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.
Juntos, Bruno Torres, o Instituto Mamirauá e o IBAMA, farão uma ação de replantio de 500.000 de árvores nativas em áreas devastadas e ocupadas ilegalmente na Amazônia.

TERRA DE CEGOS será a primeira ficção da América do Sul a reconhecer um departamento de gestão ambiental em sua equipe, e foi contemplado em primeiro lugar no edital FAC (Secretaria de Cultura de Brasília), em linha específica para desenvolvimento de projetos.

No segundo semestre de 2016, foi Mestre de Cerimônia na 18a Assembléia da RedLAC (Rede de Fundos ambientais e Sociais da América Latina), que reúne os maiores especialistas em gestão de projetos ambientais da América Latina e do Caribe.

Há 6 anos é colaborador honorário e voluntário da ABRACE, associação brasileira que oferece assistência à crianças portadoras de câncer e doenças do sangue.

Em 2017, estará em cartaz nos cinemas com os filmes BIO, de Carlos Gerbase, CAMPUS SANTO, de Márcio Curi, e 3×4, de Adriana Vasconcelos.

Em 2018, estará lançando no circuito comercial seu primeiro longa metragem como diretor e produtor A ESPERA DE LIZ, uma coprodução do Brasil com a Venezuela, e que pelo qual também é ator principal e assina o roteiro. Será também Show Runner da série documental A SUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER, para o Canal Futura, e do longa metragem PERDIDO NO SUPERMERCADO, de Esmir Filho.

Também em 2018, atuará nos longas metragens SOBRE O ÓCIO, de Roberto Burd, O HOMEM CORDIAL, de Iberê Carvalho, INFINITAS TERRAS, de Cauê Brandão, O ESPAÇO INFINITO, de Leo Bello e A MESA, de Marcio Salem.

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